Ford revela a nova geração do EcoSport

O novo EcoSport é o resultado de um projeto da Ford brasileira, criado em Camaçari, na Bahia e será vendido em cerca de 100 países.
Embora o carro só deva chegar no mercado no fim do primeiro semestre, a Ford apresentou nesta quarta-feira (4) em Brasília o protótipo da nova geração do EcoSport.
O carro é o resultado de um projeto da Ford brasileira, criado em Camaçari, na Bahia. No entanto, como é destinado para mercados emergentes, também foi enviado para a Índia, que decidiu exibir o carro no Salão de Nova Déli, que abriu as suas portas para a imprensa nesta quarta.
O projeto do novo EcoSport foi muito bem conduzido pela Ford brasileira (com leve participação da Argentina). O desenho é moderno, limpo – feito sobre a plataforma do New Fiesta -, e não vai deixar saudades do Eco atual que foi lançado em 2003. A apresentação deste protótipo, bem antes de seu lançamento oficial, faz parte de uma estratégia de marketing da Ford para avisar que o seu jipinho deverá voltar com força total. Afinal, a marca está preocupada com as vendas cada vez maiores do Renault Duster, que agora lidera entre os SUVs compactos.
No visual, o EcoSport é mais moderno que o Duster. No entanto, será difícil para a Ford manter o preço próximo do rival, que custa a partir de R$ 50.900. Caso o novo carro venha nesta faixa de preço deverá vir praticamente “pelado” e com grande número de opcionais que com certeza irão elevar bastante o seu preço.
A Ford não divulgou nenhum dado técnico do jipinho, mas já se sabe que ele terá os conhecidos motores 1.6 Sigma e 2.0 Duratec, este último com opção de tração 4X4. Há também novidades como faróis de LED, que provavelmente estarão na lista de opcionais. A nova geração do EcoSport é o primeiro produto global da Ford feito na América Latina e será vendido em mais de 100 países. Desde o seu lançamento, em 2003, o carro já teve mais de 750 mil unidades vendidas.
EcoSport
[img alt="" src="http://possante.com/wp-content/flagallery/ecosport/thumbs/thumbs_2.jpg"]
[img alt="" src="http://possante.com/wp-content/flagallery/ecosport/thumbs/thumbs_3.jpg"]
[img alt="" src="http://possante.com/wp-content/flagallery/ecosport/thumbs/thumbs_4.jpg"]
[img alt="" src="http://possante.com/wp-content/flagallery/ecosport/thumbs/thumbs_5.jpg"]
[img alt="" src="http://possante.com/wp-content/flagallery/ecosport/thumbs/thumbs_6.jpg"]
[img alt="" src="http://possante.com/wp-content/flagallery/ecosport/thumbs/thumbs_7.jpg"]
Projeto de lei quer exigir carteira do tipo C para carros com mais de 300 cv

Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que, se aprovado, exigirá carteira de habilitação tipo C para que o motorista dirija carros com potência superior a 300 cv – como o Audi R8, o BMW X5 M, Ford Shelby GT500 e o Chevrolet Camaro, bem diferente dos veículos de motor 1.0 que têm, geralmente, de 65 a 75 cv. Atualmente, o tipo C é exigido para condutores de veículos de carga.
O Projeto de Lei 2332/11 é uma tentativa de evitar que a grande oferta de potência desses modelos mais esportivos faça com que os motoristas cometam infrações e até se envolvam em acidentes. O autor do projeto, o deputado Paulo Foletto, do PSB do Espírito Santo, defende que esse tipo de veículo é para motoristas mais ousados e que, por vezes, dirigem sob a influência de álcool, o que os convida a testar suas capacidades e conduzir com excesso de velocidade.
Esses fatores podem acabar levando a acidentes fatais, como o que aconteceu no Itaim Bibi, bairro da Zona Oeste da cidade de São Paulo, em julho passado. Nele, um engenheiro que dirigia um Porsche 911Turbo, com motor de 500 cv, trafegava em alta velocidade e, possivelmente, embriagado, se chocou com um Hyundai Tucson, causando a morte da motorista do SUV.
Para obter habilitação tipo C, que permite conduzir veículos de carga com peso superior a 3,5 toneladas, o motorista deve ter carteira da categoria B há pelo menos 1 ano, e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, nem ser reincidente em infrações média nos 12 meses anteriores.
Como tramita de forma conclusiva – na qual não precisa ser votada pelo Plenário, só pelas comissões designadas para analisá-la –, a proposta passará pela análise das comissões de Viação e Transporte, de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: MotorDream
Dodge Charger da seriado “Os gatões” vai a leilão nos EUA

Exemplar do Dodge Charger de 1969 foi usado no primeiro episódio. Veículo conhecido como 'General Lee' foi restaurado durante 16 meses.
O carro Dodge Charger de 1969, usado no primeiro episódio da série de TV “The Dukes of Hazzard”, que no Brasil ganhou o nome de “Os gatões”, será leiloado no dia 14 de janeiro em Scottsdale, no estado norte-americano do Arizona, depois de passar por uma restauração de 16 meses. Ele ficou 23 anos em um ferro-velho em Atlanta.
O veículo conhecido como “General Lee”, que tem motor de 8 cilindros, era uma das atrações da série de TV que foi ao ar de 1979 a 1985. Cerca de 300 modelos similares participaram do filme nestes sete anos de produção mas, segundo os organizadores do leilão, o exemplar foi usado no primeiro episódio da série,”One-Armed Bandits”, que foi ao ar pela emissora CBS em 26 de janeiro de 1979. O carro levava o número 01 nas portas e uma bandeira dos Estados Confederados da América no topo.
Assista o vídeo
Placa de alerta para radares não é mais obrigatória, mas os equipamentos precisam estar visíveis

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) divulgou uma nova lei que acaba com a obrigação de placas que indicam para os motoristas a presença de radares fixos ou móveis nas ruas e estradas do país. Apesar de anular a instalação de placas de informação antes dos equipamentos de fiscalização eletrônica, a resolução estabelece que os radares não podem estar escondidos da visão dos motoristas.
O Contran flexibilizou outras exigências em relação aos radares móveis, que foram liberados em trechos de rodovias sem sinalização de velocidade máxima. E também dispensou a realização de estudo prévio para a presença de equipamentos de fiscalização eletrônica em estradas. Com a nova resolução, qualquer ponto pode ser alvo de fiscalização eletrônica com radares de velocidade.
Segundo o advogado especialista em trânsito, Ricardo Velasco, para aqueles que quiserem recorrer às multas por excesso de velocidade ficará mais difícil por falta de argumentos de que não havia placas de sinalização. “O motorista recebe duas notificações: a primeira de autuação e a segunda de imposição da penalidade. A própria notificação já especifica quais os documentos necessários, instruindo aqueles que cometeram a infração e desejam recorrer”, afirma.
É Natal

É Natal!!!
Tempo de reflexão.
Tempo de paz.
Tempo de festas.
Tempo de tirar as diferenças.
Tempo de estender a mão ao seu próximo.
Não esqueça
que sempre haverá alguém
a espera de uma palavra de carinho,
de conforto e de paz para o seu coração.
Também não se esqueça que existe muita gente
na completa solidão,
e sem natal.
Lembre-se do amigo que se encontra distante,
daquele parente só e abandonado.
Lembre-se das crianças que padecem carentes
nos orfanatos,
e dos velhinhos que,
à margem da sociedade,
renegados pelos próprios familiares,
anseiam por uma palavra de carinho,
por um gesto de tolerância.
Você não pode consertar as injustiças do mundo,
mas cada um de nós poderá contribuir
com o que tem de mais sagrado:
O AMOR.
Desejamos a todos um Natal repleto de saúde, felicidades, paz, amor e esperança.
A polêmica lei anti-garupa é vetada pelo Governador Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta segunda-feira (19) o veto ao projeto de lei 485/2011, que proibia levar garupa nas motocicletas nos dias úteis em cidades com mais de 1 milhão de habitantes (São Paulo, Campinas e Guarulhos).
O projeto de autoria do deputado estadual Jooji Hato (PMDB) também tornava obrigatória a inscrição da placa da moto no capacete e no colete reflexivo.
Aprovado pela maioria da Assembleia , apenas os deputados de PT, PV, PC do B e PRB, além de Olímpio Gomes (PDT), se colocaram contra , a Lei Anti-Garupa foi elaborada com a intenção de diminuir os assaltos e acidentes envolvendo motocicletas, segundo Jooji Hato.
Os argumentos, no entanto, não convenceram o governador, que questionou até mesmo a constitucionalidade do PL 485.
“Decidimos vetar o projeto porque não se pode punir o trabalhador que usa a motocicleta diariamente para o trabalho, para a família. E não é punindo um meio de transporte que se combate o crime.
Além disso, a matéria de legislação de trânsito é federal, não é de competência do Estado. A maneira de combater o crime é reforçando o policiamento”, afirmou Alckmin.




